363 ças para Roma o Pe. Isidoro Taudt, que era na época capelão dos príncipes Czartoryski. Continuava a busca de ajuda junto a diversos benfeitores e, como a importância reunida não era suficiente, decidiu-se dar um passo radical. Do dinheiro coletado para a reconstrução da igreja e do convento consumidos pelo incêndio em Skórzec foram emprestados 100 zlótis vermelhos, o que equivalia a duzentos escudos, obrigando-se as capelanias marianas em Powsin, Służew, Grójec e Proszów a devolverem esse dinheiro a Skórzec57. No final, examinando os documentos e os relatos marianos, deve-se observar que a igreja e o convento de S. Vito devem a sua fundação em parte tanto ao Arcebispo Camuccio, como às ofertas dos marianos e dos benfeitores marianos na Polônia58. O Arcebispo Camuccio tributava amizade aos marianos em Roma e por isso, em julho de 1778, tomou a decisão de que, se eles assumissem a igreja de S. Vito, ele lhes forneceria adicionalmente mil escudos para a instalação deles em Roma. Naturalmente todas as importâncias fornecidas eram legados com elevados juros, rendimentos que o arcebispo receberia até a sua morte. Os marianos tinham que agir rapidamente, mas ao mesmo tempo com prudência e delicadeza. O Padre Spourny escrevia: “Com ele, por ser um velhinho, eu tenho que proceder muito delicadamente, temendo que não perca a sua afeição a nós e não mude a sua intenção, invalidando o que pensou nos oferecer”59. Apesar desses receios, tudo já se encontrava bem encaminhado. Os recursos parcialmente garantidos, os marianos convencidos da boa compra da igreja, e o arcebispo sempre benevolente. No dia 25 de fevereiro de 1779 os cistercienses receberam da Santa Sé um breve para a venda da igreja e do convento, e os marianos, a autorização para a sua compra (“cum licentia vendendi et alienandi monasterium S. Viti cum adnexa ecclesia”)60. Os marianos foram obrigados a cobrir todos os custos, as taxas oficiais, legais e administrativas tanto diante da Igreja como diante das repartições civis, relacionados com a aquisição do imóvel61. Permaneceu ainda a ser superada a oposição das ordens havia muito 57 Cap. Gen., 1780/6. As necessárias importâncias eram buscadas em diversas fontes. Da nobre Senhora de Dobrzyn Helena Zajączkowska foram conseguidos 1 000 zlótis poloneses, com a obrigação de celebrar todos os meses pelos pais dela e por ela uma santa Missa. Cf. Cap. Gen., 1780/4. De D. Magnuszewski, juiz de Sochaczew, foram recebidos três mil zlótis, cf. Cap. Gen., 1780/7. 58 Cf. J. Vaišnora, Mariani Romae, pp. 26-27. 59 Cartas, carta de 4.7.1778. 60 Bullarium Romanum, t. VI. pp. 79-80. 61 AGM, Conventus Romanus, Percepta et expensa, A. D. 1779; cf. descrição dos pagamentos e das despesas: janeiro de 1780.
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