278 tempo permaneciam no convento geralmente quatro ou cinco padres, do que resulta que muitas vezes permanecia no local somente um padre. As paróquias às quais os marianos de Goźlin de diversas formas e em diversas épocas ajudavam eram Garwolin, Łaskarzew, Ryczywół, Korytica, Osieck, Maciejowice, Sieciechów, Warszawice, Prazmów, Kłoczew, Górzno, Magnuszew, Mniszew, Wilga, Żelechów81. Por sua vez os marianos em Puszcza, nos anos 1750-1973, proporcionavam ajuda às paróquias em Chojnata, Mszczonów, Rawa Mazowiecka, Bolimów, Gnojno, Sochaczew, Osuchowa, Kamion, Radziejowice e Skierniewice82. Tratava-se de viagens de alguns meses e, em caso de necessidade, até de alguns anos. Um importante trunfo do trabalho dos marianos era o serviço no confessionário, tanto em suas próprias igrejas como em outras paróquias. Dos testemunhos resulta que para essas funções os marianos eram mais preparados do que os párocos em geral. Vale a pena observar que nem todos eles haviam passado nos exames que davam o direito a pregar sermões e a ouvir confissões. O relatório da nunciatura de 1773 informa que “em Goźlin há cinco padres. Todos têm a aprovação para confessar e trabalham em igrejas paroquiais”. Da mesma forma no convento de Berezdów: “Há cinco padres. Todos são confessores aprovados. Servem nas igrejas paroquiais, e também na sua proclamam a palavra de Deus”83. Em 1785 o capítulo geral dispôs que era preciso empenhar-se para que em cada convento maior houvesse um confessor com o poder “absolvendi a reservatis”84. Esses confessores eram geralmente enviados a solenidades eclesiásticas mais importantes. Após a instituição dos conventos na Lituânia, em Mariampol (1750) e em Mirosław (1763), abriu-se para os marianos um novo campo de ação pastoral. Os marianos que trabalhavam nesses conventos de bom grado ajudavam às paróquias lituanas, tanto mais porque na sua maioria conheciam a língua lituana, enquanto que muitos párocos não a conheciam. Segundo Jonas Totoraitis, os marianos desses conventos ocasionalmente prestavam ajuda a mais de vinte paróquias, e em algumas delas eram capelães permanentes85. O número dos marianos que trabalhavam fora dos conventos crescia sistematicamente. Na virada dos anos setenta para os anos oitenta do sécu81 Ibidem. 82 AMPP Regesta perceptarum, Puszcza, 1742-1788. 83 ASV, Arch. Nunc. Vars., vol. 130, f. 32 r, 32v. Synopsis Domorum ac Religiosorum Ord. Marianorum, die 19 Dec. 1773. 84 Cap. Gen., 1785/32. 85 J. Totoraitis, Marianie, pp. 14-16.
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