150 lec (1729-1784), Martim Poczobutt (1728-1810), Adão Naruszewicz (17331796) e muitos outros351. Manifestava-se o que era novo. E neste ponto vale a pena observar que na sua maioria a Igreja não foi somente uma passiva testemunha dessas mudanças. O clero, as ordens religiosas, o episcopado envolviam-se ativamente no renascimento da Pátria e da Igreja. Duas facções dentro da ordem. A dissensão e a gênese da “dispersão de Rostkowski” Após a morte do Padre Papczyński, por dezessete anos (1702-1728) o governo da congregação coube a uma única pessoa, ao Pe. Joaquim Kozłowski, com duas breves interrupções, quando a congregação foi governada pelo Pe. Cipriano de S. Estanislau (de 8 de fevereiro a 10 de março de 1706) e pelo Pe. Constantino de S. Casimiro (de 18 de fevereiro a 13 de outubro de 1710) – ambos falecidos com fama de santidade352. O governo de Joaquim Kozłowski – como já foi mencionado – foi despótico, partidário dos reformados, visando à diminuição do papel do Padre Fundador. Negligenciou-se naquele tempo a formação espiritual e intelectual dos seminaristas marianos. Na verdade, a opinião de Venceslau Makoś a respeito de Joaquim Kozłowski de que “ele conduziu a ordem à beira do precipício” parece ser muito radical e exagerada353, mas a ordem era continuamente atormentada pela dissensão em duas facções354. Os marianos, embora nem todos, revoltavam-se contra a dominação dos reformados e a política do Padre Kozłowski. No capítulo de 23 de setembro de 1715 foi eleito superior geral o Pe. Mateus Krajewski, com a esperança de que se oporia às suas iniciativas em prol dos reformados. Visto que esse foi o último capítulo antes da crise que em breve ocorreu, vamos analisar o seu transcurso. O comissário geral Frei Mansueto Leporini anunciou por uma carta circular do dia 29 de agosto de 1715 a convocação do capítulo para o dia 23 de setembro daquele ano. Ele veio ao convento em Puszcza juntamente com seu secretário, o Irmão Boaventura, já no dia 9 de setembro e deu início a conversações e à visitação do convento, após o que ele mesmo redigiu os decretos capitulares355, que eram apenas sete, e não eram tão rigorosos 351 Maciej Janowski, Narodziny inteligencji 1750-1831, Warszawa 2008, passim. 352 LCVA, Tabela, biogramas. 353 W. Makoś, O. Stanisław, p. 210. 354 ABViL, F4-A 166, 1733 (esparsos), fasc. 7. 355 Prot. Ord., 190. Disposições capitulares de 1715.
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