73 localidade muito distante dos três conventos lituanos (Mariampol, Mirosław e Igłówka), que constituíam o núcleo da província. O número dos marianos na província prussiana apresentava-se da seguinte forma: Ano Góra Kalwaria Igłówka Mariampol Mirosław Puszcza 1797 8a 3a 15a 15a 10b 1799 8c 3c 15c 14c 11c 1802 - 2d 13d 11d - 1807 3f 2f 10e 9e 3f90 90 O maior número dos marianos que residiam na província prussiana aparece na data de 1799; a província contava então cinquenta e um religiosos, entre os quais havia quarenta e três padres, quatro seminaristas e quatro irmãos religiosos. A partir daquele ano, o número dos marianos começou a decrescer. A política antirreligiosa das autoridades prussianas provocou a dependência econômica dos religiosos do governo e a limitação do seu número. Em 1798 o governo proibiu às ordens religiosas a aceitação de novos candidatos; desde então, na província não houve mais noviços. A província tinha a esperança de que no futuro poderia novamente abrir o noviciado; por isso, durante o capítulo em 1799 foi decidida a instituição de um caixa comum, que no momento adequado devia servir a esse fim91. Já em 1802, no noviciado e no curso filosófico-teológico da província prussiana faltavam candidatos, que não conseguiam obter a autorização das autoridades para ingressar na ordem dos marianos. 90 a) Extraímos as datas de Totoraitis, Marianie..., 27-28. Os dados estatísticos da diocese, que mencionam uma outra cifra, afirmam que em Mariampol havia 9 religiosos (1797); no entanto, como muitas vezes costumava acontecer, esse relatório leva em consideração os sacerdotes, o que resulta da frase: “há 9 padres religiosos que exercem a função de vigários na paróquia de Mariampol” (ADŁ, Akta Kons. 1797); b) Definimos o número dos marianos em Puszcza com base nos dados estatísticos de 1793, analisando o destino de cada um dos 14 religiosos que residiam em Puszcza; em 1797 encontramos 10; ABV, Doc.Viln., II Tabella Generalis, Conventus Corabiensis; Arch.Sk., f. 3 fornece o número dos religiosos que residiam em Puszcza em 1818/9. c) Totoraitis, Klasztor mariampolski..., 6; d) Ibidem, 14; e) ADŁ, Listy zakonników za lata 1807-1810; Totoraitis, Marianie..., 30; f) Na nossa opinião, o número dos marianos em Góra e em Puszcza, extraído dos registros diocesanos, não é exato. Não se pode definir com absoluta certeza, entretanto da análise dos documentos resulta que as autoridades diocesanas forneciam somente o número dos religiosos-sacerdotes. 91 AGM, Prot.Skórc., ff. 103-104, Decreta Capituli Provincialis celebrati in Conventu Mariampolensi anno 1799, 15-17 Octobri.
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