Os Marianos Nos Anos 1787-1864

63 O fato de que em Wołpa residia o provincial P. Grochalewicz não contribuiu para a eliminação das dificuldades − tanto internas como externas − em que se encontrava a casa religiosa. Em 1801 o capítulo tomou a decisão de fechar o convento, justificando-se com o fato de que a província necessitava de padres na casa em Raśna, onde havia sido aberto um noviciado e um curso filosófico- -teológico. Em razão disso, os padres marianos apresentaram ao bispo de Vilnius o pedido de serem dispensados do núcleo em Wołpa49. Não conhecemos a resposta do bispo. Parece, no entanto, que ele não expressou a concordância com que os marianos o abandonassem, apresentando-lhes as mesmas dificuldades de quando eles estavam deixando o convento em Janów. Em 1801 havia em Wołpa quatro marianos; em 1803 o Pe. Grochalewicz foi transferido a Raśna; em 1805 faleceu o Pe. Bindakiewicz, e no ano seguinte o Pe. Reubau. Em Wołpa ficou apenas um religioso, H. Tytz; naquele mesmo tempo veio de Raśna o recém-ordenado sacerdote M. Filipowicz; no dia 4 de novembro de 1814 faleceu o Pe. Tytz, o último superior do convento50. O Pe. Filipowicz, que permaneceu em Wołpa, tornou-se mais tarde padre diocesano. A província não tinha nenhuma condição de manter esse convento. Levando em conta a morte de cinco padres, a secularização de três e a fuga de nove seminaristas, o número dos marianos, ainda que modesto, demonstrava uma tendência crescente; nos anos 1797-1808 a situação nos diversos conventos apresentava-se da seguinte forma: Ano Conventos Raśna Berezdów Wołpa Janów total total sacerd. sem. nov. 1797 7 7 - - 4 3 2 16 1801 7 5 1 1 5 4 - 16 1803 8 5 3 - 5 3 - 16 1804 6 5 1 - 5 3 - 14 1805 8 4 - 4 5 2 - 15 1806 11 4 2 5 5 2 - 18 1807 9 3 6 - 5 2 - 16 1808 7 3 3 1 5 2 - 1451 51 49 Ibidem. 50 El.Alph. 51 Esses dados foram elaborados com base dos seguintes documentos: ABUV, ACPRus. e sobretudo Doc.Viln., que apresentam uma estatística exata dos conventos em Raśna e em Wołpa dos anos 1804-

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