36 como um lugar de significativa importância para a diocese, onde eram pregados retiros e de onde os marianos viajavam para ajudar aos párocos no seu trabalho pastoral. Ostrzykowce-Samczyki − é uma doação da família Chojecki da Ucrânia, originária da Mazóvia77. O fundador, F. Casimiro Chojecki, “tendo simpatizado com a ordem dos frades marianos, trouxe-os e edificou uma esbelta igreja e um convento”78. Chojecki era uma pessoa piedosa e tinha uma grande devoção a Nossa Senhora. Visto que um dos seus três filhos sofria de uma doença incurável, e um dos irmãos, P. Chojecki, encontrava-se naquele tempo na comunidade dos marianos, pode-se supor que para a fundação tenham contribuído estas circunstâncias: o culto mariano do fundador e o desvelo pelo filho doente, que por recomendação do pai ingressou na congregação dos marianos, onde permaneceu como clérigo até a morte79. Existia ainda uma motivação cultural, que é explicada pela colonização daquele lugar. Essa área era descrita da seguinte forma: “Somente a desolação e a ruína reinam nessa grande propriedade de Chojecki”80. A população local, por sua vez, era na sua maioria de nacionalidade ucraniana, professando a religião ortodoxa ou católica do rito oriental. Nessas circunstâncias, o solar senhorial e o convento com a igreja católica eram os únicos centros do polonismo e os embriões da polonização. A residência em Ostrzykowce perdurou até o ano de 178981. Berezdów − era um núcleo fundado graças ao duque João Caetano Jabło- nowski82. Após redigir uma “declaração” em favor do Pe. Wyszyński, Jabłonowski construiu em 1755 em Berezdów uma igreja, e nos anos 1756-1760, um convento. Os primeiros marianos foram para lá encaminhados já no dia 28 de junho 77 Stary Konstantynów..., 638-641; Teodorowicz, Opis powiatu Starokonstantynowskiego, 378; J. Nieć, Chojecki Fr. Kazimierz, PSB, VII, 392-393. 78 E. Rulikowski, Policzyńce, in: Sł.Geog., VIII, 591-594. Policzyńce era uma propriedade da família Chojecki. O autor do artigo fornece uma boa caracterização de Chojecki, que era uma pessoa muito piedosa, devoto de Nossa Senhora. 79 Ibidem; Rulikowski, Policzyńce..., 594; El.Alph., 5. 80 Ibidem, 593-594; Giżycki, Stary Konstantynow..., 636. A situação dessas terras é descrita por Rulikowski, em Ukraina opisana powiatami pod względem historycznym, obyczajowym i statystycznym..., Warszawa, 1842. 81 Giżycki, Stary Konstantynow..., 641. No entanto, também após o fechamento do convento o capital segurado nos bens Samczyki e Ostrzykowce continuou pertencendo aos frades marianos, que dele ganhavam juros. 82 Positio, Wyszyński, 163: “O Frei Isidoro Taudt (...) afirma que o Servo de Deus (C. Wyszyński) (...) “Beresdoviensi monasterio obtinuerat ante discessum suum (Romam 1751) declarationes a benevole Fundatore, quod ex post in brevi effectuatum erat”. Em 1750 Jabłonowski casou-se com Ana Sapieha, que era relacionada com os marianos, e por isso é muito provável que essa circunstância tenha contribuído para a fundação dos frades marianos em Berezdów; cf. J. Berger Mayerowa, Jabłonowska z Sapiechów Anna, PSB, X, 210-212.
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