375 morte não me detiverem”112. No entanto reteve-o uma grave e prolongada doença, no decorrer da qual faleceu no dia 30 de janeiro de 1788113. Desde então as informações sobre a casa de Roma, os seus membros e a sua atividade são muito escassas. A correspondência anterior dos marianos da Polônia com a casa em Roma havia sido bastante abundante, mas também dispendiosa. Já em 1780, em razão das despesas e da “divulgação de mexericos”, o capítulo geral havia proibido escrever a Roma sem a autorização do superior geral ou ao menos do superior local, mas nesse caso o conteúdo da carta lhe devia ser revelado114. Um outro motivo da falta de documentação foi a morte do eminente secretário da ordem Pe. Carlos Hondlewski (19 de abril de 1787), que registrava todas as cartas e outros documentos nos protocolos115. Um obstáculo na comunicação com Roma era também a catastrófica situação na Polônia: as lutas, a guerra, as partilhas, a insurreição de Kościuszko116. A última carta do convento de S. Vito que hoje conhecemos provém do dia 14 de junho de 1786 e foi escrita pelo Pe. Tadeu Białowieski117. Até 1790, no livro das receitas e das despesas eram registradas informações gerais relacionadas com o funcionamento da ordem e da procuradoria118. O último registro, feito no capítulo de 1793, informava aos coirmãos que na casa de Roma residiam na época seis padres119. No capítulo realizado em Puszcza Korabiewska em julho de 1785 foi eleito procurador o Pe. Tadeu Białowieski120. Ele foi um dos mais eminentes marianos, que em tempos extremamente difíceis exerceu a função de superior geral por trinta e quatro anos. Em razão das pressões e dos pedidos do procurador Pe. Norberto Gołkowski, que desejava se afastar de Roma quanto antes, logo após o capítulo, nos primeiros dias de setembro, o Pe. Tadeu Białowieski partiu da Polônia juntamente com dois marianos de nacionalidade italiana que após a conclusão dos estudos estavam vol112 Ibidem, Norberto Gołkowski ao superior geral, 6.8.1785. 113 Albym zmarłych, 30 de janeiro. 114 Cap. Gen., 1780/20. 115 Album mortuorum. 116 Cf. o capítulo Situação político-religiosa na Polônia no século XVIII, p. 132 e ss. 117 Prot. Rom., carta de Tadeu Białowieski ao superior geral. Vale a pena assinalar que no dia 14.9.1788 o eminente superior geral e partidário da estada dos marianos em Roma, Pe. Raimundo Nowicki, encerrou os seus doze anos de mandato. 118 Dom. Rom., Praecepta et expensa, passim. 119 Prot. Skorc., Tabella generalis, 1793. 120 Cap. Gen.,1785/22; B. Jakimowicz, A Cloud of Witnesses, pp. 53-54; Tadeusz Górski, Tadeusz Białowieski, in: Enc. Katol., II Lublin, c. 370; J. Kosmowski, Marianie, pp. 129-131, passim.
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