306 de 1767, para apressar o processo do Padre Fundador, nomeou o Pe. Luís Zapałkiewicz para o cargo de postulador geral da causa218. O Padre Wasilewski cuidou da preservação da unidade e da disciplina na congregação. Algumas das suas cartas que se preservaram são repletas de solicitude pela unidade e pelo bem da congregação. O historiador Boleslau Jakimowicz escreveu: “Não havia uma área da vida religiosa que o Pe. Wasilewski não se preocupasse em melhorar, aperfeiçoar. [...] Pela congregação trabalhou com toda a dedicação, deixando como legado um ilimitado amor do Pe. Fundador e à sua obra”219. Passou quase toda a sua vida no convento de Mariampol, onde viveu vinte e cinco anos. O cronista assim escreveu a seu respeito: “O Pe. Wasilewski, religioso de grande coração, delicadeza e sensibilidade, que a todos edificou, tanto a nobreza da região como os camponeses. Se para tratar de alguns assuntos ele viajava pela Polônia, as pessoas sentiam a sua falta, aguardavam a sua volta e com grande alegria o saudavam”220. Padre Adriano Ignatowski (1770-1776) Nasceu numa família nobre nas proximidades de Grodno221. Sua mãe era irmã do Pe. Casimiro Wyszyński, Ana Wyszyńska Ignatowska. Passou a infância e os anos da juventude no círculo da família Wyszyński222. Como menino, foi educado na herdade dos Wyszyński na aldeia Jeziora Wielka, e em 1741 o Pe. Casimiro Wyszyński, tendo-se tornado superior do Cenáculo, recebeu o menino para ser educado no convento e também lhe possibilitou os estudos no colégio das Escolas Pias em Góra Kalwaria223. Ao jovem Ignatowski eram, portanto, próximos os laços com a família Wyszyński e com a vida religiosa dos marianos, os seus segredos, os seus altos e baixos. O Padre Casimiro o educou para ser uma pessoa responsável, sensível, de profunda fé e confiança em Deus. Amadurecido espiritualmente, tendo concluído os vinte e dois anos de vida, no dia 8 de setembro de 1755 218 Ibidem, p. 788. 219 B. Jakimowicz, A Cloud of Witnesses, p. 44. 220 J. Totoraitis, Marianie, p. 17. 221 LCVA, Index alfabeticus. 222 „Educatus eram in eadem Villa Jeziora sub tutela olim Magnifici Domini Wyszyński Venatoris Terrae Sanocensis, fratres Servi Dei”. PIP, art. 11, f. 89. 223 „...tunc me Servus Dei Casimirus penes se in monasterio Gorensi fovebat, et educabat”. PIP, art. 24, f. 89.
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