268 pela prática das virtudes religiosas e pelo apego à família religiosa eles proporcionaram uma grande honra não somente aos marianos, mas também à sua nação. Iluminados pela pessoa do Padre Wyszyński como o seu ideal, trabalharam com muito proveito na Polônia, na Lituânia, em Roma e em Portugal”46. Numa análise até superficial das informações preservadas sobre os trinta e cinco checos, percebe-se a sua curta ou média idade de vida. Cerca da metade deles não chegou aos cinquenta anos de vida. Dizemos “cerca de”, visto que não é conhecida a exata data do nascimento de todos os marianos de origem checa. Constituem exceções o Pe. Isidoro Taudt, que viveu setenta e cinco anos (1716-1791) e Félix Hadrawa, que viveu setenta e três anos (1756-1829), o que talvez não se relacionasse tanto com a sua excepcional saúde, mas antes com a função exercida, visto que aquele foi capelão de uma família principesca, e este por alguns anos exerceu as obrigações de capelão num solar, sempre com cargos religiosos, e desde 1803 tornou-se comissário da província russa. Tais cargos estavam relacionados com os mais diversos privilégios, e algumas vezes até com um confortável estilo de vida. Trabalhos pastorais e organizacionais Em 1752 o Padre Aleixo Fischer foi nomeado procurador-geral em Roma, para onde viajou em companhia do Pe. Beno Bujalski47. Em razão da pobreza material e de problemas imprevistos, a viagem deles realizou-se com grandes dificuldades. Em Roma o Padre Fischer muitas vezes ficava doente. Por isso no final de 1753 voltou à Polônia, onde por três anos exerceu a função de mestre dos noviços. Em 1757 o capítulo o indicou para o cargo de comissário geral em Portugal (após a morte do Pe. Casimiro Wyszyński). Assim a respeito dessa nomeação escreve o próprio interessado: “Após a realização do capítulo em 1757 e a eleição do novo superior geral, Pe. Cipriano Fijałkowski, o Venerável Conselho escolheu, destinou e enviou uma nova missão a Portugal. E enviou, agraciado com a autoridade 46 Bolesław Jakimowicz, Stabilizacja i rozwój Zakonu w XVIII wieku, in: Marianie 16731973, Roma 1975, pp. 43-44. 47 Prot. Skórc. „Die 30 Junij 1752. Decisum Est Romam mittere tam RR. Generalis quam Comissarii Generalis ex forum perlectis litteris R. dum Patrem Alexium Fischer pro Procuratore Generali, ac Negotiis occurrentibus Congregationis nostrae et R.dum Patrem Benonem Buialski in Regnum Portugaliae cum Ad.m R. P. Wyszyński Ex Praeposito Generali.”
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