Os Marianos 1670-1788

256 27. Miguel Sendel (Zeydel) 12.05.1754 Góra 28. Marcos Herald 27.03.1803 Ryki (Piaseczno?) 29. Nicolau Kreyczyk 24.02.1763 Skórzec 30. Narciso Richter (Rychter) 13.09.1772 Goźlin 31. Paulino Pirchman 2.04.1760 Puszcza (Pirszmański) Korab. 32. Venceslau Bajer 2.09.1760 Puszcza Korab. 33. Félix Hadrawa 10.07.1829 Raśno 34. Amando Spourny, ordenado em 1781 (?) 35. Cândido Spourny (em 1798; após o fechamento do convento em Roma o seu destino é desconhecido)13. Para uma ordem numericamente pequena, essas vocações constituíam um poderoso reforço de recursos humanos, espiritual e intelectual, o que se manifestava no diversificado dinamismo da atividade religiosa. Já em 1743 João Czermak, como o primeiro entre os checos, foi eleito superior do convento em Puszcza Korabiewska e mestre do noviciado. Foi também principalmente graças à iniciativa dos checos que em 1749 os marianos abriram e organizaram dois novos e importantes postos em Raśno, cujo organizador e primeiro superior se tornou o Pe. Isidoro Taudt, e em 1750 o posto em Mariampol, onde uma função semelhante foi confiada ao Pe. Alberto Strach14. Os checos gozavam na ordem de uma grande confiança. Eram-lhes confiadas todas as funções possíveis, inclusive a de superior geral, que no dia 21 de agosto de 1791 foi confiada ao Pe. José Mraas. Um belo sinal da cooperação e da concórdia entre os marianos de origem lituana, polonesa e checa é a composição da administração geral em 1749: entre os cinco membros da administração havia três checos: Benedito Hoenig, Casimiro Polak e André Deszpot15. A diversidade e a abundância dos carismas das vocações checas são surpreendentes. Segundo testemunhos, havia en13 Estes dados são baseados na análise dos documentos: LCVA, Index alfabeticus; Tabula generalis; Album mortuorum Patrum ac Fratrum Marianorum 1700-1864; Capitula Generalia Marianorum 1702-1999, passim. 14 Jonas Totoraitis, Marianie na Suwalszczyźnie, trad. do lituano J. Grisans, Stockbridge 1966, p. 3-4. „O primeiro que a pedido da Condessa Butler o superior geral Casimiro Wyszyński enviou a Staropol [hoje Mariampol] foi o checo Alberto Strach, sem dúvida um daqueles que haviam concluído estudos superiores na Universidade de Praga. Ele trabalhou ali por quatro anos e faleceu em Staropol em 1754”. 15 Cap. Gen., 1749, p. 211.

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