220 previamente fosse aprovado em exames especiais. Em cada convento, se nele houvesse um curso, o estilo de vida do superior, do confessor, do pregador e do leitor distinguia-se em razão das tarefas que eles cumpriam. Os demais tinham a obrigação de celebrar a Missa e de participar das orações no coro. Aqueles que eram ordenados logo após o término do noviciado e mal tendo começado o curso de teologia moral em geral não se dedicavam ao estudo, satisfazendo-se com o fato de já serem padres e contentandose com o mínimo aprendido. Os capítulos buscavam eliminar esse tipo de minimalismo, repetidas vezes proferido severas resoluções nessa questão. O capítulo de 1734 ordenou: “Se algum dos jovens não se dedica ao estudo, deve ser privado do direito de estudar, sem esperança de voltar ao estudo. Um indivíduo assim não pode absolutamente sair do convento, mas deve ser mantido fechado, como num cárcere. Deve ser também de todas as formas mortificado”111. Uma outra disposição anunciava: “Os estudantes que se revoltarem contra os seus leitores e superiores devem ser castigados com jejum a pão e água [...], e assim os indolentes devem ser estimulados por salutares penitências ao trabalho, a qualquer hora, até fora do tempo do estudo”112. Os esforços dos marianos na área da formação espiritual e intelectual, no noviciado e na etapa dos estudos, produziam efeitos positivos. Isso se realizava através de uma seleção mais criteriosa dos candidatos, pela escolha dos religiosos mais adequados para moderadores e por uma sadia formação religiosa. O governo do superior geral Pe. Casimiro Wyszyński 1737-1741 Os anos quarenta do século XVIII trouxeram o fortalecimento espiritual e o amadurecimento organizacional dos marianos, bem como a realização dos planos do Padre Wyszyński, que foi capaz de transferir a sua solicitude pelo desenvolvimento da ordem aos jovens marianos e também de despertar neles o zelo e o amor à congregação e ao Padre Fundador. O Pe. Juozas Vaišnora, biógrafo do Padre Wyszyński, esclarece os motivos que no dia 12 de dezembro de 1737 induziram os padres capitulares a eleger o Padre Wyszyński para superior geral dos marianos, escrevendo o seguinte: “A atividade do Pe.Wyszyński, o seu amor à própria ordem, a sua piedade e a sua 111 Prot. Rasn., 1734/1. 112 Cap. Gen., 1746/5.
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