210 no Szadkowski como leitor de teologia72. Havia o cuidado de nomear para a função de mestre dos noviços religiosos espiritualmente amadurecidos, que fossem repletos do espírito de Deus, de prudência e de amor à ordem73. A administração geral dos marianos estava consciente de que uma postura sólida na futura vida religiosa do noviço em grande medida dependia do mestre. Do seu exemplo de vida na oração, das práticas evangélicas, da fidelidade à herança dos marianos e da fiel observância do espírito da legislação mariana. Por isso nos anos 1724-1734 essa função era confiada a religiosos verdadeiramente dignos. Vale a pena mencionar que entre eles houve quatro superiores gerais, que foram os padres: Bernardo Ostrowski, Mateus Krajewski, José Królikowki e Casimiro Wyszyński. No período citado, os seguintes padres exerceram a função de mestre: 1. Joaquim Kozłowski: 1724 (cinco meses); 2. Mansueto Leoporini, reformado: 1724-1725; 3. Bernardo Ostrowski: 1725-1727; 4. Casimiro Wyszyński: 1727-1730; 5. Miguel Gibler: 1730-1732; 6. Mateus Krajewski: 1732-1734 (?); 7. Casimiro Wyszyński: 1734-1737; 8. José Królikowki: 1737-(?) Além deles, devem também ser mencionados outros padres meritórios, tais como: André Deszpot, Cipriano Fiałkowski, Dionísio Kisieliński, Ladislau Kanobrodzki. É desconhecido o número dos noviços, visto que os elencos registram apenas a sua presença, sem fornecer o seu número e os seus nomes. A julgar pelo número dos seminaristas, deve-se admitir que nos anos trinta do século XVIII o número de noviços chegava todos os anos a pelo menos cinco. Apesar de certas desavenças e disputas que continuavam, a partir dos anos trinta ia ocorrendo na ordem certa estabilização e pacificação. Na virada de 1733 para 1734 voltou de Roma o Pe. Casimiro Wyszyński. Quando ele viajou em 1730, parecia que na sua luta pelo restauração da ordem ele havia sofrido uma derrota, que era uma pessoa vencida e escarnecida. Mas 72 O. Mysłkowski, Dalszy ciąg Przydatku do Kronik, pp. 1, 5; Świadectwo Michała Wyszyńskiego o bracie, in: Najstarsze świadectwa, p. 24. 73 Statuta Patrum Marianorum, Cap. I/5. O mestre e seu sócio: „Ambo sint doctrina, prudentia, communi vitae et religiosae disciplinae observantia, aliorumque virtutum praesentia ornati”.
RkJQdWJsaXNoZXIy MjI2Mw==