Constituições e Diretório Dos Padres Marianos

examinem bem, no Senhor, os motivos e as razões das suas disposições e, na medida do possível, procurem apresentálas aos coirmãos; na execução do dever confiado a outrem, de acordo com a maturidade e capacidade de cada coirmão, deixem-lhes a liberdade conveniente. Contudo, lembrados da responsabilidade diante de Deus e da Congregação empreguem a fortaleza necessária para resolver e ordenar tudo aquilo que deve ser executado. (C 64) PC 14; DE 25.01.1911; CM 213 CAPÍTULO V FONTES DA VIDA ESPIRITUAL Cerimoniário 32Ao menos nas casas maiores haja um cerimoniário designado pelo superior que vigie com diligência para que, nas celebrações sagradas e nos divinos ofícios, sejam observados os princípios da sagrada liturgia. (C 68) CM 379 Preparação e ação de graças 33Para as ações litúrgicas todos devem se preparar quer com a devida instrução sobre o significado e a maneira de executar as celebrações, quer mediante a oração e a união dos corações e das mentes em Cristo. Depois da celebração eucarística não se omita a ação de graças a Deus. (C 68) SC 17-19, 29-30; CM 248, 378 Solenidades mais importantes 34Os coirmãos procurem dar realce em conformidade com o tempo do ano litúrgico, às solenidades que são próprias e mais próximas da índole e espiritualidade da Congregação. Além dos seus padroeiros prestem culto especial aos santos das regiões em que residem e trabalham. Na liturgia, recomenda-se que se siga o calendário próprio da Congregação e o diocesano. (C 68) SC 111; CM 14-15 Vida consagrada 193

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