Os Marianos 1670-1788

186 Na primavera de 1724 o Pe. Joaquim Kozłowski, tendo resolvido em Roma os assuntos religiosos marianos, voltou à Polônia. O coroamento do conjunto da obra das reformas e da volta da ordem à unidade devia ser o capítulo geral convocado pelo ministro geral dos reformados para os dias 16 e 17 de julho de 1725 no convento em Puszcza Korabiewska483. Até então, para cada capítulo os próprios marianos apresentavam aos reformados o pedido do envio de um comissário e visitador. Dessa vez o ministro geral, na carta que anunciava o capítulo, primeiramente lembrou aos marianos: “A respeito da confirmação da incorporação e da subordinação à Ordem Seráfica do Santo Pai Francisco”, e a seguir ele mesmo indicou um comissário, bem como definiu as suas obrigações e os seus amplos direitos484. Ao comissário indicado, Frei Tiago Wolski, escreveu: “Nós te confiamos a plena autoridade [...], para que juntamente com o secretário e os companheiros (sic!) que escolheres sejas capaz de visitar os conventos e os coirmãos. Confirmá-los na vocação, emendar os que erram, e também encaminhar processos, lançar na prisão, pronunciar sentenças. Enfim organizar e promover tudo segundo a norma detalhada dos Estatutos há pouco aprovados pela Sé Apostólica. [...] Nós te atribuímos o voto consultivo e eletivo, e em questões importantes também o voto decisivo”. A carta se encerra com 483 Prot. Ord., 206-207 Literae, die 13 Januarii 1725 Romae. 484 Ibidem. O selo primitivo e o atual da Ordem

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