Vigilância 11Os coirmãos evitem o demasiado cuidado do próprio corpo e qualquer efeminação, sobretudo a liberdade dos olhos e a imaginação desenfreada, o imprudente uso dos meios de comunicação que poderia colocar a castidade em perigo; igualmente todo o afeto desordenado. Além disso devem afastar-se de todos incautos e, mais ainda, perigosos contatos, diversões e leituras, as visitas e as conversas supérfluas e inúteis aliadas ao desperdício de tempo, os sinais particulares de afetuosidade e a demasiada familiaridade, sobretudo com as pessoas de outro sexo, e também tudo aquilo que possa ter a aparência do mal ou escândalo, causar detrimento ao bom nome, ou suscitar suspeitas junto aos leigos, que nisso facilmente se escandalizam. (C 43) CDC 666; CM 217 A castidade na comunidade 12Pela profissão da castidade os coirmãos não somente se consagram totalmente a Deus, a Jesus Cristo e à sua Igreja, mas também se ligam pelo vínculo da família religiosa. Lembrem-se todos, principalmente os superiores, de que a castidade se guarda com mais segurança quando entre os membros reina verdadeira caridade fraterna na vida comum e quando se conserva o espírito de amizade familiar. (C 43) PC 12 Exigências de caridade 13A verdadeira caridade religiosa impõe a obrigação de, em qualquer caso de perigo externo que possa ameaçar a virtude da castidade de qualquer coirmão, ou por motivo dele ameaçar a virtude de qualquer outra pessoa, esse coirmão seja seriamente advertido e, se isso não bastar, sejam informados os superiores. Os superiores, levados pela mesma caridade, opõem-se ao mal sem demora com remédios oportunos e eficazes e quanto antes impeçam todo o escândalo, mesmo o mais pequeno. (C 43) CM 218-219 Diretório – Parte II 188
RkJQdWJsaXNoZXIy MjI2Mw==