Compreensão e tolerância 101Carregando o peso uns dos outros, os coirmãos suportem com paciência as falhas e as fraquezas dos coirmãos, inevitáveis na vida humana. Procurem tolerar e compreender, em caridade, as opiniões diferentes das suas e outras divergências, provenientes da diversidade da índole, da idade ou nacionalidade. Assim seja conservada na Congregação a unidade de espírito no vínculo da paz. (D 68-71) Gal 6,2; Ef 4,3 União entre as casas, vicariatos e províncias 102Em todo o corpo da Congregação, quer entre a casa principal e todas as províncias e casas, quer reciprocamente entre si, reine uma estreitíssima união, concórdia, conformidade e a maior caridade; fomentem-nas mediante frequentes contatos, através de comunicações e notificações daquilo que estão fazendo e que é edificante, e também mediante obras empreendidas comunitariamente. Havendo ocasião de ajudar outras casas ou províncias, os coirmãos não faltem a esse dever de caridade. CM 295 Hospitalidade 103Demonstrem grande caridade para com os coirmãos provenientes das outras casas; hospedem-os com carinho, prestem-lhes conselhos e auxílios na realização dos negócios, e, se o necessitarem socorrem-os. Os hóspedes, por sua vez, procurem mostrar-se agradecidos aos confrades e deixar-lhes na casa, com o exemplo de sua vida, um estímulo para seguir a perfeição. CM 289 Diante da crise de vocação 104Se acontecer que algum coirmão estiver passando por uma crise de vocação, a comunidade está obrigada a prestar-lhe ajuda necessária para vencer esta crise. Constituições – Parte III 118
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