Constituições e Diretório Dos Padres Marianos

CAPÍTULO IV OBEDIÊNCIA Finalidade da obediência 55Os coirmãos já consagrados a Deus pelo batismo, pelo voto de obediência evangélica, sob a inspiração do Espírito Santo, oferecem de modo especial, a oblação plena da própria vontade a Deus, como sacrifício de si mesmos, unindo-se deste modo mais constante e seguramente à vontade salvífica de Deus. PC 14; CM 194 Participação na obediência de Cristo 56Assim como Jesus Cristo nosso Senhor e Mestre, não veio a este mundo para fazer a sua vontade, mas sim a vontade do Pai, e “assumiu a condição do servo” (Fl 2,7), pela sua submissão ao Pai serviu aos irmãos e entregou sua vida pela redenção de muitos, assim também os coirmãos se submetem na fé aos superiores, que fazem as vezes de Deus e, por eles são conduzidos ao serviço de todos os irmãos em Cristo. Mt 20,28; PC 14; CM 195 A exemplo da Serva do Senhor 57Na imitação da vida do Senhor Jesus e na participação do mistério da redenção, os coirmãos tenham diante dos olhos a Virgem Maria, a humilde Serva do Senhor, que é na Igreja modelo da perfeita união com Cristo; com efeito, servindo subordinada a Ele e com Ele ao mistério da redenção, tornou-se pela obediência causa da salvação, para si e para todo o gênero humano. Lc 1,38. 48; LG 56, 63 A serviço da Igreja 58 Submissos ao governo universal do Sumo Pontífice, a quem devem obedecer também em força do voto da obediência, e também submissos – de acordo com a lei universal – à autoridade pastoral dos bispos, os coirmãos estejam persuadidos de que assim se unem mais estreitamente Constituições – Parte II 104

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