Ad Honorem Immaculatae Conceptionis Mariae

76 sentimentos uns para com os outros» ( Rm 12,16); «acolhei-vos, por isso, uns aos outros como Cristo vos acolheu» ( Rm 15,7); «corrigi-vos um ao outro» ( Rm 15,14); «esperai uns pelos outros» (1 Cor 11,33); «por meio da caridade estejais a serviço uns dos outros» ( Gl 5,13); «confortai-vos mu- tuamente» (1 Ts 5,11); «suportando-vos mutuamente com amor» ( Ef 4,2); «sede, pelo contrário, benévolos uns para com os outros, misericordiosos, perdoando-vos mutuamente » ( Ef 4,32); «sede submissos uns aos outros no temor de Cristo» ( Ef 5,21); «orai uns pelos outros» ( Tg 5,16); «revesti-vos todos de humildade uns para com os outros» (1 Pd 5,5); «estejamos em co- munhão uns com os outros» ( 1 Jo 1, 7); «não nos cansemos a fazer o bem a todos, sobretudo aos nossos irmãos na fé» ( Gl 6,9-10). REFLEXÃO O Capítulo Geral de 2011 percebeu a necessidade de que fosse instituí- do para toda a Congregação o “Dia da reparação e da penitência”. Impôs também ao superior geral a obrigação de preparar um adequado rito de celebração e de apontar um dia para toda a comunidade em que todos os coirmãos conjuntamente, e ao mesmo tempo em todas as comunidades, realizassem as mesmas orações e exercícios espirituais. Como sabemos, foi indicado para isso o dia 24 de outubro, isto é, o aniversário da aprovação da primeira comunidade religiosa da nossa Congregação. Nas rubricas do rito para esse dia lemos que o melhor é incluir essa celebração no dia do retiro mensal, que esse deve ser um tempo de ascese interior e exterior, de abstinência dos meios de comunicação social, preferencialmente de estri- to silêncio, de jejum e de aprofundada oração, adoração, especial devoção e santa Missa conventual. A intenção de instituir do “Dia de reparação e penitência” é clara e é for- necida na argumentação capitular que embasa o decreto: “a expiação pelas nossas infidelidades na vida religiosa e sacerdotal, bem como pelas infide- lidades dos nossos coirmãos vivos e falecidos”. Ao mesmo tempo, porém, temos consciência dos anseios mais profundos que se encontram na base de tais ações. Não se trata apenas da vontade de consertar o mal que já foi praticado, mas sobretudo de uma expressão do nosso desejo de nos re- conciliarmos com Deus, para que entre Deus e cada um de nós, da mesma forma que entre nós mesmos, não haja barreiras para a passagem do amor divino que é o Espírito Santo. Porque toda forma de pecado destrói esse amor e fecha o ser humano à presença de Deus. E então, em vez de trans-

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