Ad Honorem Immaculatae Conceptionis Mariae

68 estava encontrando enormes dificuldades, escreve uma outra carta ao Bea- to Jorge com uma pergunta extremamente dramática: “Será que existe pelo menos uma centelha de esperança, ou será preciso desistir e preparar dois ataúdes: um para mim, e o outro para a Congregação?”. Sabemos, no entanto, que Deus preservou da morte o que “desde o iní- cio era propriedade Sua” (cf. Orações marianas). Despertou para a vida o que parecia estar caminhando inevitavelmente para a queda definitiva. Dessa forma a obra da ressurreição dos ossos, descrita pelo profeta Eze- quiel, tornou-se uma experiência da nossa comunidade e nos é transmiti- da no nosso patrimônio espiritual. Ao celebrarmos o aniversário dos 350 anos da fundação da nossa comunidade religiosa, não podemos deixar de lado o evento que foi a obra da renovação. Temos que recordar não apenas a pessoa do Beato Jorge Matulaitis MIC, mas também de Vicente S ę kowski. As suas lutas espirituais, os seus sofrimentos e o dramático apego ao res- tante da esperança de que a Congregação renasceria, com a fé de que para Deus tudo é possível são um sinal daquele carisma que foi depositado no coração do nosso Pai Santo Estanislau e que no mesmo Espírito Santo nos foi transmitido. Para que nós o transmitíssemos às gerações seguintes da nossa comunidade religiosa. Confiamo-nos hoje a Deus em Sua providência, pedindo ao mesmo tempo a graça daquela fé cujo exemplo vemos na vida de Maria e na Sua humilde entrega ao poder de Deus. Perguntas para reflexão ou partilha na comunidade: 1. Que acontecimentos na história da Igreja ou da Congregação considero como uma experiência pascal? 2. Que acontecimentos da minha vida considero como experiências pas- cais?

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