Constituições e Diretório Dos Padres Marianos

CAPÍTULO VII PENITÊNCIA E MORTIFICAÇÕES Necessidade de penitência 87 Os coirmãos abracem, com toda coragem, a penitência, que é a aversão às ilusões do pecado e a conversão para Deus, para que neles não prevaleça o homem velho sobre o homem novo, “criado segundo Deus, na justiça e santidade da verdade” (Ef 4,24). Estejam persuadidos de que ao Reino de Cristo se pode chegar apenas mediante a conversão, isto é, pela transformação interior do homem todo, pela qual ele começa a pensar, a julgar, a ordenar a sua vida, à luz do amor e da santidade de Deus que, no seu Filho, nos foram nesses dias que são os últimos, reveladas e plenamente outorgadas. Hebr 1,2; Pæn. I Objetivo da mortificação 88Pelo contínuo exercício da mortificação procurem tirar, purificar e subjugar tudo aquilo que na natureza humana existe de desordenado, de tal modo que neles nada fique de imoderado e indisciplinado e assim tornados senhores de si mesmos, orientem e empreguem todas as energias, que Deus lhes deu, para alcançar o bem verdadeiro. CM 166 Mortificações externas 89Os coirmãos são obrigados, em primeiro lugar, às obras de penitência prescritas para todos os fiéis na Igreja universal e local. Cada um acrescente para si também mortificações externas, que o desejo de perfeição e o zelo discreto lhe sugerem, sem negligenciar o uso das mesmas, visto que muito ajudam no progresso da vida espiritual. Proíbem-se, contudo, as mortificações que possam prejudicar a saúde ou as tarefas. CM 271 Mortificação interna 90Sem negligenciarem a mortificação externa do corpo e dos sentidos, os coirmãos, contudo, estejam muito Vida consagrada 113

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