Ad Honorem Immaculatae Conceptionis Mariae

7 PREFÁCIO “ O termo ‘jubileu’ indica júbilo, alegria; não apenas júbilo interior, mas alegria que se manifesta exteriormente, já que a vinda de Deus é um acon- tecimento também exterior, visível, audível, palpável, como recorda S. João (cf. 1 Jo 1,1). É justo, por conseguinte, que toda a demonstração de alegria por essa vinda tenha a sua manifestação exterior. Esta serve para indicar que a Igreja rejubila pela salvação” (Carta apostólica Tertio millenio adve- niente , 16). Após 350 de existência da Congregação dos Padres Marianos, a alegria jubilar cabe também a nós. Não é um mérito nosso, mas um puro dom de Deus em Sua Providência. Hoje olhamos com alegria para Aquele que, servindo-se do nosso Pai Santo Estanislau, não somente instituiu a Sua obra, mas também a preservou e continua a sustentar na existência. Atra- vés dos eventos jubilares queremos expressar a nossa gratidão a Deus pela Sua proteção a nós no decorrer da história e a Ele queremos confiar o nos- so futuro. Este livro é sobretudo fruto do trabalho da Comissão Geral para a preparação do Jubileu dos 350 anos da fundação da Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição da S.V.M., instituída no dia 2 de maio de 2017, e tem o caráter de uma introdução aos festejos do Jubileu. Por essa razão, contém o Programa do Jubileu, para que cada um dos coirmãos possa familiarizar-se com o plano quadrienal das comemorações e possa participar ao menos de algumas delas. Mas o conteúdo principal deste livro são os textos das Conferências para os retiros mensais em 2020 e a Carta de início do Jubileu. No final encontra-se também a Oração Jubilar, que pode ser adicionada às Orações marianas normalmente recitadas após a Liturgia das Horas, bem como, nas igrejas, recitada durante a celebração da santa Missa com os fiéis, antes ou após a bênção final. Ardentemente os estimulo, Caros Coirmãos, a fazerem uso do re- curso que vocês estão recebendo. De maneira especial estimulo todas as comunidades marianas à prática dos retiros mensais, ao que aliás nos obrigam as nossas Constituições, para os quais professamos os votos religiosos.

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