Ad Honorem Immaculatae Conceptionis Mariae

65 plicando as constituições – eu procurava muitas vezes falar disso ou da virtude contrária, julgando que aqueles que estavam errados cairiam em si e se corrigiriam. Raramente eu tinha coragem de falar sobre isso de forma nítida e clara a quem estava errado. Tratava-se, no entanto, de uma falsa gentileza e delicadeza. Convenci-me de que alguns subalternos não compreendem aquilo que se diz a respeito deles; para que apliquem isso a si, é preciso apontar os seus erros diretamente, e somente então eles os perceberão. Faço o propósito, portanto, de combater essa minha imprudente delicadeza e cortesia, ou antes – a rigor – o meu amor-próprio, o temor, o receio, e apontar de forma direta e clara os defeitos e as fraquezas de cada um, para que possa emendar-se. No entanto vou fazer isso da forma cortês e delicada, não diante de todos, mas em separado” (D 96). Espírito Divino, santificai-me! Espírito Divino, santificai-nos! Perguntas: 1. Que sentimentos, vivências ou pensamentos provocaram em mim os conteúdos em que o Beato Jorge fala dos seus sofrimentos e da sua aceitação na fé? 2. Qual é a minha abordagem do sofrimento: primeiramente do meu, pessoal, e depois, do sofrimento encontrado na vida dos outros, especialmente dos coirmãos? 3. Como avalio a minha capacidade de sacrificar-me pelos outros? Como vejo a capacidade dos meus coirmãos de se sacrificarem pelos outros a serviço da Igreja? Será que percebo essa ligação entre o sacrif ício e a união, ao que convoca o Beato: “Cerrai fileiras e dedicaivos”?

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